quinta-feira, 25 de agosto de 2011
Ditas e Desditas
©2007 Jorge Lemos

Comentários
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É Jorge, a vida se atrapalhou feio no meio da falta de afeto desinteressado, da falta de amor. Isso vem vindo há décadas devagarinho, tomando conta de uma sociedade mundial com tantas carências. O pensar ficou uma coisa enfadonha que atrapalha pela dor que invariavelmente ele provoca no reinventar-se.
Lindo poema meu amigo.
bjs
Anne
Lindo poema meu amigo.
bjs
Anne
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Anne amiga de sempre.
Feliz por reencontrar vc aqui. Grato por tudo.
Lemos
Feliz por reencontrar vc aqui. Grato por tudo.
Lemos
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Este comentário foi removido pelo autor.
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Jorge,
Tua força está nos teus versos.
Admiro muito a capacidade que você tem de se indignar e não se acostumar.
Beijos à você, Stephânia e Georginho
Tua força está nos teus versos.
Admiro muito a capacidade que você tem de se indignar e não se acostumar.
Beijos à você, Stephânia e Georginho
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Angela Amiga
As vezes, a Internet nos prega peças. Havia eu respondido aqui e pura e simplesmente o texto evaporou. Vou tentar recompor parte.
Penoso e cabisbaixo, como Ariosto, poeta italiano que viveu pelos anos de 1400, quando levado pelo seu pai para um campo de batalha, ele com apenas 14 anos, ele volta e escreve:" Melhor fugir por selvas hórridas, escuras, por sitios ermos, desertos, selvagens, que ter pelas costas seres que se dizem humanos".
Um desabafo apenas. O momento em que vivemos nos leva a pensar na nossa impotência frente ao horrendo quadro em que a humanidade se situa.
Mas o que nos salva, a mim em especial, é ter pessoas como vc Angela Amiga, a nos socorrer em momentos tão dificeis.
Bjs e Saudade.
Lemos
As vezes, a Internet nos prega peças. Havia eu respondido aqui e pura e simplesmente o texto evaporou. Vou tentar recompor parte.
Penoso e cabisbaixo, como Ariosto, poeta italiano que viveu pelos anos de 1400, quando levado pelo seu pai para um campo de batalha, ele com apenas 14 anos, ele volta e escreve:" Melhor fugir por selvas hórridas, escuras, por sitios ermos, desertos, selvagens, que ter pelas costas seres que se dizem humanos".
Um desabafo apenas. O momento em que vivemos nos leva a pensar na nossa impotência frente ao horrendo quadro em que a humanidade se situa.
Mas o que nos salva, a mim em especial, é ter pessoas como vc Angela Amiga, a nos socorrer em momentos tão dificeis.
Bjs e Saudade.
Lemos
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Para onde foi o texto do Nino?
Aguardo!
Aguardo!
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, em 31 de agosto de 2011 às 06:35"
Onde você vê Lucas, na verdade era eu mesma. Entrei e nem vi que quem estava logado era ele :D
Seu comentário é também um emocionante aprendizado.
Tive hoje, um dia especialmente difícil no trabalho. Não nos querem humanos, nos querem maquinas. Máquinas de fazer dinheiro.
Também dói não sucumbir.
Com saudades!
Angela
Seu comentário é também um emocionante aprendizado.
Tive hoje, um dia especialmente difícil no trabalho. Não nos querem humanos, nos querem maquinas. Máquinas de fazer dinheiro.
Também dói não sucumbir.
Com saudades!
Angela
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O Navegante

Jornalista, poeta, escritor, historiador, fundador da Academia
Metropolitana de Letras, Artes e Ciências.

Prêmio concedido na Espanha
O Rio
Bendisseram todos os oceanos
o gesto deste rio ousado que
impregnou de um doce amor o
sal de todas as águas.
Nessa doce lembrança dos meus tempos de criança, volto sempre às margens do meu rio para lavar em
suas águas minhas tristezas e mágoas.
Nessa doce lembrança dos meus tempos de criança, volto sempre às margens do meu rio para lavar em
suas águas minhas tristezas e mágoas.
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