quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
As Chuvas Chegaram (1)
©2007 Jorge Lemos

Comentários
"
Jorge
O ser humano é um mistério!!
bjos
Anne
O ser humano é um mistério!!
bjos
Anne
"
"
Jorge, amigo
Nossos dirigentes (dirigentes?), negligentes e omissos, nos querem induzir a crer que a culpa pela tragédia é da força da natureza. Da natureza!
A chuva que abençoa é a mesma que mata? Não creio.
Choram os céus, chora o coração dos homens. É o próprio homem o Carrasco dos incautos que se servem mal da natureza benfazeja. Isso sim!
Esse teu texto, para mim, é muito oportuno, pois me permite dizer algo que queria, a partir do seguinte texto que li recentemente:
"Chove.
Na fonte das águas,
Chove.
Na fronte das lágrimas
Do pretérito calado.
Lavando a chuva
Dos olhos cansados.
Chovendo nos mares,
Nos mares amados."
Há quanto tempo você não chora? Há quanto tempo seus olhos não são inundados por lágrimas, por estas pequenas gotas que parecem nascer em nosso coração? Há quanto tempo?
Assim vejo a chuva.
Assim como o fenômeno natural da precipitação atmosférica, a chuva, realiza o trabalho de purificar a terra, a água e o ar, também nossas lágrimas têm tal função - a de limpar nosso íntimo, a de externar nossas emoções, sejam elas de alegria ou de pesar.
Precisamos aprender a expressar nossos sentimentos. Nossa cultura possui conceitos arraigados, como o de que "homem não chora", ou que "é feio chorar", que surgem em nossas vidas desde quando crianças, na educação familiar, e acabam por se internalizar em nossa alma, continuando a apresentar manifestações na vida adulta.
Sejamos homens ou mulheres na Terra, saibamos que todos rumamos para a busca da sensibilidade, do autodescobrimento e da expressão de nossos sentimentos.
Tudo que deixarmos guardado virá à tona, cedo ou tarde. Se forem bons os sentimentos contidos, estaremos perdendo uma oportunidade valiosa de trazê-los ao mundo, melhorando nossas relações com o próximo e conosco mesmo.
Se forem sentimentos desequilibrados, estaremos perdendo a chance de encará-los, de analisá-los, e de tomar providências para que possam ser erradicados de nosso interior.
As barreiras que nos impedem de nos emocionar, de chorar, são muitas vezes, as mesmas que nos fazem pessoas fechadas e retraídas. Barreiras que carecemos romper, para que nossos dias possam ser mais leves, mais limpos, como a atmosfera que recebe a água da chuva, e nela encontra sua purificação.
As chuvas dos olhos fazem um bem muito grande. Desabafar, colocar para fora o que angustia nosso íntimo, ou o que lhe dá alegria, é um exercício precioso. Um hábito salutar.
Dizer a alguém o quanto o amamos, quando este sentimento surgir em nosso coração - mesmo sem um motivo especial - será sempre uma forma de fortalecimento de laços, de construção de uma união mais feliz, e, principalmente, um recurso para elevarmos nossa auto-estima, nosso auto-amor.
Deus nos concedeu a chuva para regar os campos, para tornar mais puro o ar. Também nos presenteou com as lágrimas, para que as nossas paisagens íntimas pudessem ser regadas e para que os ares do Espírito encontrassem a pureza.
Walmir
Nossos dirigentes (dirigentes?), negligentes e omissos, nos querem induzir a crer que a culpa pela tragédia é da força da natureza. Da natureza!
A chuva que abençoa é a mesma que mata? Não creio.
Choram os céus, chora o coração dos homens. É o próprio homem o Carrasco dos incautos que se servem mal da natureza benfazeja. Isso sim!
Esse teu texto, para mim, é muito oportuno, pois me permite dizer algo que queria, a partir do seguinte texto que li recentemente:
"Chove.
Na fonte das águas,
Chove.
Na fronte das lágrimas
Do pretérito calado.
Lavando a chuva
Dos olhos cansados.
Chovendo nos mares,
Nos mares amados."
Há quanto tempo você não chora? Há quanto tempo seus olhos não são inundados por lágrimas, por estas pequenas gotas que parecem nascer em nosso coração? Há quanto tempo?
Assim vejo a chuva.
Assim como o fenômeno natural da precipitação atmosférica, a chuva, realiza o trabalho de purificar a terra, a água e o ar, também nossas lágrimas têm tal função - a de limpar nosso íntimo, a de externar nossas emoções, sejam elas de alegria ou de pesar.
Precisamos aprender a expressar nossos sentimentos. Nossa cultura possui conceitos arraigados, como o de que "homem não chora", ou que "é feio chorar", que surgem em nossas vidas desde quando crianças, na educação familiar, e acabam por se internalizar em nossa alma, continuando a apresentar manifestações na vida adulta.
Sejamos homens ou mulheres na Terra, saibamos que todos rumamos para a busca da sensibilidade, do autodescobrimento e da expressão de nossos sentimentos.
Tudo que deixarmos guardado virá à tona, cedo ou tarde. Se forem bons os sentimentos contidos, estaremos perdendo uma oportunidade valiosa de trazê-los ao mundo, melhorando nossas relações com o próximo e conosco mesmo.
Se forem sentimentos desequilibrados, estaremos perdendo a chance de encará-los, de analisá-los, e de tomar providências para que possam ser erradicados de nosso interior.
As barreiras que nos impedem de nos emocionar, de chorar, são muitas vezes, as mesmas que nos fazem pessoas fechadas e retraídas. Barreiras que carecemos romper, para que nossos dias possam ser mais leves, mais limpos, como a atmosfera que recebe a água da chuva, e nela encontra sua purificação.
As chuvas dos olhos fazem um bem muito grande. Desabafar, colocar para fora o que angustia nosso íntimo, ou o que lhe dá alegria, é um exercício precioso. Um hábito salutar.
Dizer a alguém o quanto o amamos, quando este sentimento surgir em nosso coração - mesmo sem um motivo especial - será sempre uma forma de fortalecimento de laços, de construção de uma união mais feliz, e, principalmente, um recurso para elevarmos nossa auto-estima, nosso auto-amor.
Deus nos concedeu a chuva para regar os campos, para tornar mais puro o ar. Também nos presenteou com as lágrimas, para que as nossas paisagens íntimas pudessem ser regadas e para que os ares do Espírito encontrassem a pureza.
Walmir
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Anne
Sim Amiga, ele é Incapaz de ser como a ostra
para mostrar o seu interior.
Perolas existem, a partir de um pequeno grão de areia.
Bjs.
Lemos
Sim Amiga, ele é Incapaz de ser como a ostra
para mostrar o seu interior.
Perolas existem, a partir de um pequeno grão de areia.
Bjs.
Lemos
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Walmir
Sabemos exatamwente o valor das lágrimas.
Pena que a insensibilidade de muitos seja o próprio Saara.
Grato pela excelente peça.
Abraços
Lemos
Sabemos exatamwente o valor das lágrimas.
Pena que a insensibilidade de muitos seja o próprio Saara.
Grato pela excelente peça.
Abraços
Lemos
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, em 29 de janeiro de 2011 às 17:48"
Verdades duras como punhos!
Todos, ou quase todos, as conhecem, mas por uma ou outra razão, vão olhando para o lado!
Continue a fazer das palavras as suas armas: podem não matar mas moem...
Abraço,
António
PS Quero informá-lo, em primeira mão, que vou encerrar a "d´Arte", a minha Galeria no Prozac. Esta informação também serve para lhe agradecer os sábios comentários com que me brindou durante as XVI semanas em que a galeria esteve aberta. Um grande Bem-haja!
Todos, ou quase todos, as conhecem, mas por uma ou outra razão, vão olhando para o lado!
Continue a fazer das palavras as suas armas: podem não matar mas moem...
Abraço,
António
PS Quero informá-lo, em primeira mão, que vou encerrar a "d´Arte", a minha Galeria no Prozac. Esta informação também serve para lhe agradecer os sábios comentários com que me brindou durante as XVI semanas em que a galeria esteve aberta. Um grande Bem-haja!
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Antonio
O que lamento profundamente que
a sua Galeria se feche alí, no Prozac.
Sua inigualavel arte e sua verve literária deram-nos, seus habituais leitores, o peso da sua arte e de sua inteligência.
Vou sentir, ali, muito a sua falta.
Abraços amigo. O acompanharei em
seu Blog, onde me uni, num link de verdadeira fraternidade reunido pelo mesmo espirito de
oferecer o nosso interior.
Grato
Lemos
O que lamento profundamente que
a sua Galeria se feche alí, no Prozac.
Sua inigualavel arte e sua verve literária deram-nos, seus habituais leitores, o peso da sua arte e de sua inteligência.
Vou sentir, ali, muito a sua falta.
Abraços amigo. O acompanharei em
seu Blog, onde me uni, num link de verdadeira fraternidade reunido pelo mesmo espirito de
oferecer o nosso interior.
Grato
Lemos
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Jorge querido,
Moro em um estado privilegiado em riquezas naturais, com florestas, cerrados, rios e o maravilhoso pantanal.
Pois bem, mas essas riquezas também atraem forasteiros que por aqui passam se apropriando de forma ilegal e avançando sobre esses recursos, sem qualquer amor à cidade, ao estado, ao país e aos donos primeiros desta terra.
O acumular capitalista é assim, dita suas normas.
As recentes catástrofes são apenas alertas da natureza.
Mas dirigentes e a população em geral preferem fazer "ouvidos mocos".
Bem triste.
Parabéns pelo texto!
bjos
Angela
Moro em um estado privilegiado em riquezas naturais, com florestas, cerrados, rios e o maravilhoso pantanal.
Pois bem, mas essas riquezas também atraem forasteiros que por aqui passam se apropriando de forma ilegal e avançando sobre esses recursos, sem qualquer amor à cidade, ao estado, ao país e aos donos primeiros desta terra.
O acumular capitalista é assim, dita suas normas.
As recentes catástrofes são apenas alertas da natureza.
Mas dirigentes e a população em geral preferem fazer "ouvidos mocos".
Bem triste.
Parabéns pelo texto!
bjos
Angela
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Angela Amiga
Observo que aos poucos nossas rquezas vão sendo devoradas pela ganancia, insensatez, falta de amor para com o futuro seu e dos seus.
Fico feliz em ver que ainda existem pessoas como vc: que antes de mais nada, pensa, expõe com clareza e dignifica a espécie humana.
Tô com saudade.
Bj.
Lemos
Observo que aos poucos nossas rquezas vão sendo devoradas pela ganancia, insensatez, falta de amor para com o futuro seu e dos seus.
Fico feliz em ver que ainda existem pessoas como vc: que antes de mais nada, pensa, expõe com clareza e dignifica a espécie humana.
Tô com saudade.
Bj.
Lemos
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O Navegante

Jornalista, poeta, escritor, historiador, fundador da Academia
Metropolitana de Letras, Artes e Ciências.

Prêmio concedido na Espanha
O Rio
Bendisseram todos os oceanos
o gesto deste rio ousado que
impregnou de um doce amor o
sal de todas as águas.
Nessa doce lembrança dos meus tempos de criança, volto sempre às margens do meu rio para lavar em
suas águas minhas tristezas e mágoas.
Nessa doce lembrança dos meus tempos de criança, volto sempre às margens do meu rio para lavar em
suas águas minhas tristezas e mágoas.
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